
mbora o Estado Brasileiro seja considerado laico, determinados grupos de evangélicos têm se feito presente no cenário político do país. E sua influência nefasta tem sido inegável, para o desenvolvimento social. Uma vez que uma fatia significativa é composta de pessoas com baixo nível intelectual e desprovido de conhecimento. O que os torna presas fáceis de pastores e políticos pouco ou nada escrupulosos.
Uma evidência tem sido o crescimento exponencial desse segmento religioso atuando no campo político, em todo o território nacional. O obscurantismo tem dominado e travado, cada vez mais, o desenvolvimento social devido ao elevado nível de preconceito associado em grande parte pela desinformação e uma visão distorcida da realidade, onde conceitos fundamentalistas tem se sobreposto ao conhecimento da ciência e da razão.
A divulgação na imprensa feirense sobre a presença de pastores evangélicos na galeria da Câmara Municipal de Feira de Santana, nesta quarta-feira (2). Promoveu a alegria e colocou em êxtase a bancada de vereadores evangélicos existente através de figuras fundamentalistas: Cadmiel Pereira (DEM), Isaias de Diogo (MDB), Eli Ribeiro (Republicanos) e do deputado estadual José de Arimateia.
Os dois primeiros e o deputado Arimateia foram os grandes derrotados nesse pleito. Talvez por serem homens de pouca fé ou por ter economizado nas orações. Há quem atribua as derrotas de suas excelências a provável recusa do poderoso em se tornar cabo eleitoral, desses valiosos adoradores do deus Mamon.
Entretanto, todos eles têm algo em comum, reivindicam e se acham com direito a obter uma parcela do poder por considerarem ter sido eles importante que definiram as eleições em favor à reeleição do prefeito de direito e não de fato, Colbert Martins (MDB).
Estão se sentindo que nem pinto no lixo, em completo estado de felicidade, algumas vezes sem nem saber qual o real motivo ou circunstância para tal felicidade.
As trevas se estende literalmente pelo país, e a ausência de luz já se tornou uma realidade insofismável. E acreditem, não estou me referindo ao Estado do Amapá. Enquanto, algumas pessoas continuam crendo que na Casa do Senhor não existe Satanás. A nossa realidade nos prova ao contrário. Xó Satanás.
Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)