
FOTO: Jornal Grande Bahia
As tentativas de apresentar trabalho, em ano eleitoral, continua sendo uma obsessão do governo de Colbert Martins, ou seria de José Ronaldo?
A tentativa pífia agora fica por conta da instalação das fachadas metálicas das estações de embarque e desembarque de passageiros das estações do BRT, linha imaginária da avenida Getúlio Vargas. Uma vez que o projeto vem sendo empurrado desde 2015 por sucessivos governos.
São sete estações. Como sentencia o velho adágio popular de que sete é conta de mentiroso. E a mentira tem sido a locomotiva, o carro – chefe de um poder que se arrasta por cerca de duas décadas, na cidade outrora conhecida como Princesinha do Sertão, hoje podemos nomina-la de Borralheira do Sertão. Devido aos descasos e maus tratos que vêm lhe sendo dispensados, nesses últimos e fatídicos 20 anos.
Destas, apenas uma delas está com suas estruturas prontas. Dizem, cinicamente, que para a conclusão das demais estações a próxima Sérgio Jones, jornalista ( sergiojones@live.com)
etapa se dará no início, experimental, das atividades do sistema rápido de transporte de passageiros. Ao que parece estão pretendendo acionar essas atividades sem os ônibus.
A obra já se tornou um verdadeiro escoamento, sumidouro do dinheiro público, o mais grave é que não sai do papel e das boas intenções de dois governos, tudo farinha do mesmo saco, que vêm se utilizando dessa premissa por aproximadamente cinco anos.
Paciência tem limites, e ao que tudo deixa transparecer, a do povo já se esgotou com esse modelo de prática lesiva que tantos prejuízos tem causado a sociedade, principalmente as pessoas que se utilizam do transporte público. O que não é o caso de suas excelências.
Chega de empulhação, o povo não suporta tanto descaso e ineficiência do poder público. Mudar é preciso, agora, mais do que nunca. Em outubro diga não à continuação desse modelo de política medíocre em que os seus condutores e articuladores só têm uma finalidade, se locupletar no poder.
Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)