Viver é sempre mutação, evoluindo, transcendendo os limites que nos são impostos pela vida. É participar de uma aventura onde corremos todo tipo de riscos, desafios e o mais importante e gostoso de tudo isso, é a possibilidade que temos de correr esses riscos. Porém, quem não se expõe, não tem desilusões, sofrimentos, também não cresce, não ama, não vive. Somente quem enfrenta desafios, vive.
É preciso saber viver intensamente as emoções, apreciar o nascer e o pôr-do-sol, amar, chorar, brincar, dançar, ser feliz observando a natureza, respirando a brisa do mar no seu eterno balé do vai e vem das ondas que lambem a branca areia da praia, adorando os respingos da chuva que beijam suavemente nossa face, notando que as manifestações do universo, fazem o amor penetrar em nosso corpo, indo até o âmago da nossa alma e, de mãos dadas com nosso bem-querer, colher “rosas” em um jardim onde juntos plantamos a semente do amor. É necessário extasiar-se diante do doce e inocente sorriso das crianças.
Viver é amar incondicionalmente. São as virtudes de nossas ações que nos impulsionam para frente, para vencer após um fracasso, levantar após a queda, insistir e persistir e não desistir após o insucesso.
Viver é saber que estamos aqui só de passagem, é compreender o próximo, respeitando seus limites e entendendo que nem sempre as pessoas agem de acordo com a nossa vontade.
Viver a vida é participar de uma travessia onde não conseguiremos nada sem a ajuda do próximo. Só é possível superarmos as barreiras que nos são impostas nesta caminhada, à medida que unimos as mãos numa entrega e inter-dependência semelhante a de corrida de troca de bastão.
Sempre torcendo por você e “que no baile da vida a felicidade seja seu par”.